domingo, maio 03, 2009

Tenho dúvidas

Ao referir-se a um caso suspeito de Gripe Mexicana, o Dr. Francisco George lembrou - a meu ver bem - que, a confirmar-se, corresponderá a um caso importado, mas comparou-o - julgo que mal - a um vulgar caso de paludismo.
Oxalá seja eu a estar errado.
Saberei então retratar-me de mais um inocente atrevimento.

Para levar a sério


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Uma vez mais. Hoje. No Rádio Clube Português.
Retrato frontal e impiedoso de Portugal. Dos Portugueses.
Da Política. Dos Políticos.
Para levar a sério.
Antes que seja demasiado tarde...
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sábado, maio 02, 2009

Uma difícil aprendizagem


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Na noite de ontem foram muitos os comentadores políticos que desfilaram pelas TVs, especulando sobre os potenciais beneficiários dos acontecimentos da baixa lisboeta.
Confesso que me senti bem mais preocupado com outros vectores da nossa vida societária. E, entre os demais, com a reafirmação da percepção de quanto é difícil e demorado o complexo processo de educação cívica e política de um povo mal habituado à democracia e à liberdade, facilmente comodista, pouco exigente, recorrentemente fatalista, demasiadas vezes cobarde.
A chicana política decorrente da lamentável ocorrência
do Martim Moniz não me interessa absolutamente nada.
O estado da democracia e das liberdades sim.
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sexta-feira, maio 01, 2009

Não, não têm vergonha


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Não percebo porque alguns compagnon de route dos comunistas teimam e persistem em considerar vergonhosos acontecimentos como o ocorrido esta tarde em Lisboa.
Não sabem que eles são assim?
Não aprenderam nada com a História?
Têm complexos de esquerda?
.
Os dissidentes do comunismo ficam marcados. Para sempre.
O ódio dos seus correlegionários de ontem é grande.
(Sempre) Foi Assim. Não leram o livro de Zita Seabra?
Vital Moreira nunca será perdoado.
Como António Barreto não foi.
Nem Mário Soares.
E muitos mais.
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Acabo de ouvir e de ler algumas reacções.
Umas, sérias - Paulo Rangel.
Outras, cínicas - Carvalho da Silva e Jerónimo de Sousa.
Todas sinceras. É o que sentem na realidade.
Por isso não espero (politicamente) nada dessa gente.
A Democracia e a Liberdade nunca passam por ali.
Nem no 1º de Maio...
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Que tristeza de Portugal


"Magalhães" estrela na Feira da Ladra
Expresso, 1 de Maio de 2009
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A notícia apenas surpreenderá os mais distraídos
ou os mais incautos.
Pobre povo…
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E o que vai acontecer com os genéricos,
fornecidos gratuitamente aos pensionistas
mais debilitados financeiramente?
Pobre país…

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Perto do Paraíso



Patrick Watson
Close to Paradise
2006

quinta-feira, abril 30, 2009

A carta



A carta da paixão
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Esta mão que escreve a ardente melancolia
da idade
é a mesma que se move entre as nascenças da cabeça,
que à imagem do mundo aberta de têmpora
a têmpora
ateia a sumptuosidade do coração. A demência lavra
a sua queimadura desde os seus recessos negros
onde se formam
as estações até ao cimo,
nas sedas que se escoam com a largura
fluvial
da luz e a espuma, ou da noite e as nebulosas
e o silêncio todo branco.
Os dedos.
A montanha desloca-se sobre o coração que se alumia: a língua
alumia-se: o mel escurece dentro da veia
jugular talhando
a garganta. Nesta mão que escreve afunda-se
a lua, e de alto a baixo, em tuas grutas
obscuras, essa lua
tece as ramas de um sangue mais salgado
e profundo. E o marfim amadurece na terra
como uma constelação. O dia leva-o, a noite
traz para junto da cabeça: essa raiz de osso
vivo. A idade que escrevo
escreve-se
num braço fincado em ti, uma veia
dentro
da tua árvore. Ou um filão ardido de ponto a ponta
da figura cavada
no espelho. Ou ainda a fenda
na fronte por onde começa a estrela animal.
Queima-te a espaçosa
desarrumação das imagens. E trabalha em ti
o suspiro do sangue curvo, um alimento
violento cheio
da luz entrançada na terra. As mãos carregam a força
desde a raiz
dos braços a força
manobra os dedos ao escrever da idade, uma labareda
fechada, a límpida
ferida que me atravessa desde essa tua leveza
sombria como uma dança até
ao poder com que te toco. A mudança. Nenhuma
estação é lenta quando te acrescentas na desordem, nenhum
astro
é tao feroz agarrando toda a cama. Os poros
do teu vestido.
As palavras que escrevo correndo
entre a limalha. A tua boca como um buraco luminoso,
arterial.
E o grande lugar anatómico em que pulsas como um lençol lavrado.
A paixão é voraz, o silêncio
alimenta-se
fixamente de mel envenenado. E eu escrevo-te
toda
no cometa que te envolve as ancas como um beijo.
Os dias côncavos, os quartos alagados, as noites que crescem
nos quartos.
É de ouro a paisagem que nasce: eu torço-a
entre os braços. E há roupas vivas, o imóvel
relâmpago das frutas. O incêndio atrás das noites corta
pelo meio
o abraço da nossa morte. Os fulcros das caras
um pouco loucas
engolfadas, entre as mãos sumptuosas.
A doçura mata.
A luz salta às golfadas.
A terra é alta.
Tu és o nó de sangue que me sufoca.
Dormes na minha insónia como o aroma entre os tendões
da madeira fria. És uma faca cravada na minha
vida secreta. E como estrelas
duplas
consanguíneas, luzimos de um para o outro
nas trevas.
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Herberto Helder
PHOTOMATON & VOX
Assírio & Alvim
1995
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segunda-feira, abril 27, 2009

Um final feliz


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A equipa sénior de basquetebol do FC Barreirense venceu ao final da tarde do passado sábado a equipa do Ginásio Figueirense.
O sucesso alcançado por uma escassa diferença de três pontos – tão justa quanto "sofrida" – permitiu ao FC Barreirense classificar-se em 6º lugar na fase regular da principal competição nacional de basquetebol, e o apuramento para o play-off de atribuição do título de campeão nacional, prova que já venceu nas distantes épocas de 1956/7 e 1957/8.
Os objectivos competitivos que o colectivo da Secção de Basquetebol terá definido no início da época – e cujo conteúdo desconheço em absoluto – parecem alcançados, tal a desproporção de meios que a equipa do Barreiro terá de enfrentar perante a poderosa AD Ovarense, em eliminatória a disputar "à melhor de cinco jogos" e com início já no próximo sábado.
Mas a "missão" da equipa de basquetebol do FC Barreirense não está cumprida. Até final da competição, que poderá na pior das hipóteses acontecer dentro de duas semanas, é obrigatório que todos os seus integrantes caprichem em demonstrações cabais de empenhamento, solidariedade, desportivismo, competitividade e ambição, individual e colectiva.

Apenas acompanhei a equipa do lado de fora. Do lado mais fácil e mais cómodo de espectador, do treinador e do director "de bancada". Do lado de quem se sente – às vezes para alguns, quase sempre para outros – atraído pela crítica fácil, pelo distanciamento simplista da compreensão mais profunda e mais séria das enormes dificuldades que, ano após ano, obstaculizam mas não anulam a continuidade de um projecto de afirmação da modalidade, na cidade e no país.
Terá sido uma época difícil. Uma época com problemas. Uns velhos. Outros novos. Alguns dos quais presumo que evitáveis.

Também por isso, a vitória de sábado foi especial.
Reduzida e fragilizada na sua capacidade atlética – mas quase apenas nisso – pela devolução à procedência (tardia?) dos norte-americanos Chad McKenzie e Bruce Brown, a equipa do FC Barreirense teve uma prestação memorável. Repito: memorável.
Um punhado de onze jovens – média etária de 19.7 anos – "fez das tripas coração, empolgou-se, e empolgou-nos, numa manifestação de vontade, de ambição e de convicção que não deixou ninguém indiferente.

Apetece-me destacar o nome e a idade dos atletas convocados:
João Guerreiro, Pedro Pereira e Tiago Raimundo: 18 anos; André Clérigo, Francisco Destino e José Silva: 19 anos; Manuel Sicó e Pedro Pinto: 20 anos; João Santos, Miguel Graça e Tyrekus Bowman: 22 anos.
Esta é a matriz e o paradigma do Barreirense Basket: juventude, irreverência, ambição.

No final do primeiro dos quatro períodos regulamentares de jogo o norte-americano Tyrekus Bowman lesionou-se. Mas mesmo ele, regressando à luta poucos minutos depois, foi persistente no combate à dor, solidário com os companheiros, profissional na atitude e, como quase sempre aconteceu ao longo da temporada, competente no desempenho.
Nos momentos finais da contenda a experiência, a qualidade e a matreirice do "velho" capitão José Costa quase nos levou para um prolongamento, indesejado e perigoso. A fortuna acompanhou-nos nesse momento derradeiro. Mas teria sido injusto, tremendamente injusto, se o desenlace final tivesse sorrido aos "homens da Figueira da Foz".

Houve, desta vez, muito mais público presente.
As entradas livres (mas o preço dos bilhetes é tão acessível… ), o carácter decisivo do jogo, o dia feriado (e que feriado!...) terão sido factores predisponentes a uma deslocação mais numerosa de adeptos à Cidade Sol.
E esse facto também galvanizou os nossos jovens atletas.
Embora sem o fulgor, o entusiasmo e os cânticos de outros tempos, voltou a respirar-se e a gritar-se Barreirense na tarde de sábado.

Concluído o jogo, já bem próximo das oito e meia da noite, a quase totalidade dos atletas rumou a Lisboa, para defrontar, apenas uma hora depois, a equipa de Juniores (sub-20) do SL Benfica.
Não assisti a esse jogo, resolvido a nosso favor por escasso ponto.
Tanto esforço. Quanta recompensa…

Esta vitória, assim como a alcançada uma semana antes em Coimbra – ainda mais relevante porque obtida "fora de portas" e frente a um opositor mais categorizado que o Ginásio Figueirense – realçou a necessidade de, conceptualmente, e não por consequência das inevitáveis dificuldades e estrangulamentos financeiros, actuais e futuros, balizar a constituição da próxima equipa sénior dentro de uma estrutura e concepção semelhantes à actual.

Aqueles que ao longo da época foram sorrindo de forma mais ou menos ostensiva com alguns "tiros nos pés" com que o próprio clube se foi infelizmente auto-flagelando, e aqueles que foram agentes de uma bem perceptível e aqui e ali identificada vontade de descridibilização do FC Barreirense e do projecto do Barreirense Basket, tiveram desta vez uma boa resposta.
Soubesse eu toda a verdade acerca dos jogos, manipulações e incumprimentos – imobiliários, financeiros e outros – que querem denegrir e apunhalar o meu clube e… "outro galo cantaria".
Sucede que não sei toda a verdade. E, pelos dias de hoje, creio mesmo que estou muito longe da verdade. E não é só por culpa própria…

Não sei qual o futuro próximo do Barreirense Basket.
Não sei sequer – e isso será o mais importante no curto prazo – qual o futuro próximo do FC Barreirense.
As nuvens são cinzentas. Mas as dificuldades do presente – que merecem reflexão que voltarei a fazer oportunamente – não retiram o brilho e o mérito à grande vitória do passado sábado.
Parabéns aqueles que a construíram.

Em 25 de Abril de 2009, no "Luís de Carvalho", também houve festa, alegria e comemoração. Com algumas lágrimas à mistura. À Barreirense!
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sábado, abril 25, 2009

Ainda e sempre!


"Portugal, o Estado, a administração pública e as grandes empresas privadas estão a mudar de pele. E talvez a sociedade. Mais uma vez. Ainda é difícil saber se para melhor ou pior. Ou se voltaremos em breve ao que éramos. Mas ninguém tenha dúvidas de que a operação está em curso.
Mais Espanha. Mais concentração empresarial. Mais ligações perigosas entre o Estado e a empresa privada. Mais dependência das multinacionais. Menos dinheiros europeus. Mais emigração de portugueses para o estrangeiro. Mais controlo do governo sobre a sociedade. Mais vigilância sobre os cidadãos. Mais precariedade do trabalho. Mais saúde privada. Menos protecção social. Mais turismo de massas. Mais destruição dos centros históricos das cidades. Mais aviltamento do que resta do litoral. Menos urbanismo.
Como sempre, ninguém conhece o resultado. Mas vale a pena estar atento ao caminho."
António Barreto, Retrato da Semana, Público de 22 de Abril de 2007.

Estas palavras do sociólogo que semanalmente me oferece um olhar independente e lúcido da realidade portuguesa contemporânea, foram publicadas a escassos três dias da celebração do 33º aniversário da Revolução de Abril. Passaram dois anos.
Alguns, porventura mais precipitados, poderão ver nelas um desencanto desmedido com a evolução da Democracia e da Liberdade no Portugal que António Barreto tão bem ajudou a construir e a consolidar, com muito amor pela justiça, pela lei, pelo bom-senso. E que lhe valeu ataques de tal forma indignos e soezes e tentativas de enxovalho público do seu carácter, da responsabilidade de alguns profissionais da política – já então velha e decrépita, embora pretensamente igualitária e popular.
Também eu tenho como verdadeiras as palavras de António Barreto.
Também eu tenho pena de alguns dos caminhos da nossa política.
Também eu tenho nojo de alguns – demasiados – protagonistas da nossa classe política.
Mas hoje, apetece-me sobretudo lembrar que o 25 de Abril me (nos) deu:
Mais Paz. Mais Liberdade. Mais Pão. Mais Saúde. Mais Educação.
Acham coisa pouca e secundária?
Hoje, 25 de Abril, vou comemorar a Revolução dos Cravos. Com recato e de forma intimista. À minha maneira…
Quero-te tanto, Abril!
Ainda e sempre!

25 de Abril de um ano qualquer.

sexta-feira, abril 24, 2009

Zeca 4ever

Obrigado por tudo


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O depoimento de Francisco Pinto Balsemão à Visão de ontem foi muito interessante e curioso.
Ao contrário do que muitos de nós provavelmente ainda supunham, o lápis azul da censura atacou "forte e feio" no início de 1974.
A publicação semanal do Expresso foi sendo cada vez mais amordaçada e os fechos de edição eram, pela excelente descrição do seu propritário e primeiro director, algo de muito complexo e sufocante.
A madrugada de 25 de Abril tudo transformou.
O fascismo morreu, a censura também, e nós próprios começámos a respirar melhor.
Foi bom. Muito bom.
Para todos. Ou melhor... para quase todos.
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quinta-feira, abril 23, 2009

Amar o Livro

Regresso do colóquio promovido pela Cooperativa Cultural Popular Barreirense.
Intervenção interessante da Dra. Glória Bastos. Colaborações valiosas de elementos da mesa e da assistência.
Tempo ainda para ver a exposição de livros de autores Barreirenses.
Valeu a pena.

segunda-feira, abril 20, 2009

The Mountain Goats



Conheci esta banda em
www.lexico-familiar.blogspot.com
o blogue de Pedro Adão e Silva.

Recordo que Pedro Adão e Silva e Nuno Costa Santos
são os responsáveis por um excelente programa
no Rádio Clube Português - Quase Famosos
(domingos, 13-15 horas).

O programa de ontem - para não variar - foi magnífico.
Podem fazer uma audição em
http://radioclube.clix.pt/podcast/index.aspx?id=22

Diferentes, mas às vezes iguais


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Uns parece que querem (ou pelo menos terão pensado) dar uma facadinha na paridade.

Outros candidatam-se agora à Europa, para mais tarde tentar dar o golpe autárquico.

Moralidade? Decência? Princípios?

Lol
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domingo, abril 19, 2009

Quem é o Rei?



Prefab Sprout - The King of Rock n'Roll
Álbum From Langley Park to Memphis (1988)

O Provedor do Leitor


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Dele li Jornalismo Contemporâneo - os media entre a era Gutenberg e o paradigma digital.
Ao João Mário ofertei Portugal, Anos 50 na passagem do seu quinquagésimo aniversário.
Com ele me cruzei na Biblioteca Nacional, enquanto efectuávamos pesquisa bibliográfica - eu para o PROVA DeVIDA e Joaquim Vieira para algum dos seus mais recentes trabalhos de História Contemporânea.
Aos domingos, a sua coluna no Público - onde assumiu desde 1 de Janeiro 2008 a função de Provedor do Leitor - oferece-me(nos) um outro olhar sobre o jornalismo.
Um olhar exigente, crítico, independente.
Um olhar fundamental.
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sábado, abril 18, 2009

O regresso desejado


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Regressei esta noite à colaboração no ROSTOS.
Sentira há alguns meses a necessidade de suspender a minha participação regular na qualidade de colunista.
Mas, há cerca de uma hora, uma troca de mails com o António Sousa Pereira determinou o meu regresso.
Estou feliz por isso.
Espero corresponder à confiança que o director de ROSTOS me renovou.
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Ganhámos!


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Grande vitória em Coimbra.
Esta tarde.
81-80.
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Só falta uma vitória.
Na próxima jornada.
A última da fase regular.
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Vale a pena ir aos play-off?
Sim!
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Apesar dos problemas na Secção de Basquetebol - tristes.
Apesar da crise do FC Barreirense - gravíssima.

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Hoje...

... será dia para uma reflexão mais fria, lúcida e consistente da cerimónia solene comemorativa do 98º aniversário do meu Barreirense.
Para postar mais tarde.

Ontem


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Foi ontem à noite. Finalmente.
Que entreguei ao Daúto um exemplar de PROVA DeVIDA.
O sorriso e a simpatia de sempre.
Felicidades Daúto Faquirá.
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