domingo, maio 31, 2009

Apenas mais um título?



Campeões... Campeões... Nós somos Campeões!

Nacionais. De Basquetebol. Sub 20.

Parabéns.

É bom sonhar


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O que faz andar a estrada? É o sonho.
Enquanto a gente sonhar a estrada permanecerá viva.
É para isso que servem os caminhos, para nos fazerem parentes do futuro.
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Mia Couto
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sexta-feira, maio 29, 2009

A Victor Jara e outros mártires



No dia em que a comunicação social noticia a prisão de um dos esbirros que assassinou o músico e poeta chileno, vale a pena ouvir Manifiesto.
Em memória de Victor Jara e de muitos outros mártires do fascismo que derrubou o socialista Salvador Allende, torturou e matou muitos milhares de chilenos, calou e oprimiu uma Nação Democrática e Soberana.

Não, não é a mesma

Apenas ontem visualizei o famoso debate entre Manuela Moura Guedes e António Marinho e Pinto.
Bendito sejas... YouTube.
Grande momento televisivo.
Há muito esperado.
Há muito adiado.
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Já se percebeu que o Bastonário da Ordem dos Advogados "não tem papas na língua" e não procura o "politicamente correcto".
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Já se descobriu que é um homem corajoso, sem medo.
Uns, chamam-lhe desbocado. Outros, inconveniente. Alguns, louco.
O que é facto é que do seu discurso agressivo, descontrolado, truculento, parecem brotar muitas virtudes:
- algumas (muitas?) verdades
- muitos (e necessários) alertas
- bastantes (justas?) desconfianças.
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Esta semana, a jogar "na casa do adversário", António Marinho e Pinto disse o que outros já tiveram porventura vontade de expressar e... não conseguiram:
- que o jornalismo da TVI está longe, muito longe, de ser imaculado
- que Manuela Moura Guedes presta recorrentemente um mau serviço ao jornalismo.
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"Quem vê caras não vê corações".
A Manuela Moura Guedes da foto não é aquela que nos invade de quando em vez - e quando o permitimos - o rectângulo mágico.
Onde se imagina tranquilidade encontra-se agora arrogância.
A beleza e a ternura daquele rosto transformou-se numa expressão quase permanente de ódio.
Prefiro a primeira forma. A antiga.
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Para mais tarde insistir?


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Como se esperava o Professor Doutor Jorge Miranda - um dos principais artífices da Constituição da República Portuguesa saída da Revolução de 25 de Abril de 1974, prestigiado e destacado Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa - (ainda) não será hoje designado Provedor de Justiça.
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Este é um bom exemplo do estado degradante a que chegou a vida político-partidária portuguesa, que parece cega e surda na percepção da insatisfação que reina na população em geral e, também, em algumas elites intelectuais.
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É hoje muito óbvia a demonstração de incapacidade para o diálogo e o entendimento entre os dois principais partidos do arco governamental do campo democrático - o PS e o PSD.
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O antagonismo entre as personalidades de José Sócrates e Manuela Ferreira Leite é gritante. Mas creio que não explica tudo.
É um antagonismo e uma irredutibilidade tão acentuadas que parece contagiar e estender-se aos principais protagonistas dos partidos que lideram.
Assim... pouco há a esperar. Antes e depois de Outubro.
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Foi desastroso prolongar esta eleição para um ano (triplamente) eleitoral.
Como acreditar que após as "Europeias", as "Autáquicas" e as "Legislativas", acirrados os ânimos, agravadas as incompatibilidades, extremadas as posições, se possa por um qualquer passe de mágica refazer o diálogo e eleger uma personalidade independente e prestigiada como me parece ser Jorge Miranda?
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Como ainda esta manhã chamavam a a atenção os "Pedros" (Marques Lopes e Adão e Silva - RCP), como é possível sugerir, admitir ou acreditar que dentro de alguns meses e depois deste exemplo tão paradigmático, PS e PSD se entendam para a eleição de um novo Provedor de Justiça? E, no limite das necessidades - não completamente descartáveis - para a composição um Governo de Salvação Nacional?
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Alberto Martins - líder parlamentar socialista - veio já anunciar que o nome do constitucionalista proposto pela sua bancada será para manter.
É uma posição de força. Que se respeita.
Com pés para andar ou bloqueadora?
Veremos...
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quinta-feira, maio 28, 2009

Finalmente!



Nunca mais chegava o dia. E a hora.
Do anúncio. Da partida.
Há muito esperado. Há muito reclamada.

Teve de ser à força. Parece...
Tal a falta de vergonha.

Presunção de inocência? Claro!
Mas o tempo político é diferente. Do jurídico.
Aprendi assim.

E a ética?
Ou a falta dela?
Não conta?

Por isso... bye bye.
E que parta acompanhado.
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Esqueçam as palavras



A letra é idiota.
Mas Bowie, o baterista e demais músicos...

terça-feira, maio 26, 2009

Coragem



“Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar,
e falar quando é preciso calar-se!”
(Provérbio persa)


1. O momento actual no Futebol Clube Barreirense não aconselha silêncio nem convida ao distanciamento.
Por isso decidi redigir algumas palavras que são a expressão de posições que tenho assumido nos últimos anos, em particular após a minha participação na direcção do Barreirense no biénio 2004-2006.

2. Por razões que me dispenso aqui e agora de pormenorizar, não me foi possível integrar a Comissão Administrativa aprovada com 142 votos (4 votos nulos) expressos na Assembleia-Geral decorrida na noite passada.
Essa impossibilidade, que sei desapontar alguns amigos mas que julgo ser compreendida por outros, não significa – nem significará – desinteresse, alheamento, inacção, fuga às responsabilidades, abandono.

3. Não sei se estamos mergulhados na crise mais grave da nossa História. Mas sei que estamos num momento muito especial. De viragem. De rotura.
No início de 2007, numa série de dez artigos publicados no Jornal do Barreiro com o título genérico “Barreirense: que futuro?” escrevi: “O Futebol Clube Barreirense necessita de uma redefinição estratégica e programática, de uma reformulação da política desportiva e de uma contenção orçamental, dolorosa mas inevitável. Quase me apetece falar em refundação do Barreirense. Exagero?”.
Não! Creio que não exagerei. Bem pelo contrário…

4. Fui um defensor público da venda de património, em Assembleia-Geral e em textos entretanto publicados. E hoje, passados três anos, apesar de confrontado com muitas vicissitudes e imensas desilusões, tomaria precisamente a mesma posição.
É verdade que alguns associados manifestaram desde logo, de forma absolutamente legítima, críticas e desconfianças em relação a essa opção. Outros, pretensamente mais iluminados, vieram depois – ­e também porque as coisas não correram mesmo nada bem (!) –­ encontrar o espaço ­e o tempo para criticar a solução que foi então inadiável e inevitável, que permitiu evitar uma eminente rotura financeira e que possibilitou a continuação da actividade regular do clube, pelo menos nos moldes a que estávamos habituados. Mas muitos destes associados nunca se assumiram nos locais próprios para esse efeito – as Assembleias-Gerais –, nunca deram a cara.
Acontece que – e as respectivas responsabilidades terão de assumidas por alguns – o processo de alienação patrimonial decorreu de forma lamentável, pouco clara e de consequências ainda imprecisas. E, para tudo complicar, agravou-se a crise económica e financeira nacional e internacional, pelo que a situação presente é certamente, e para nosso desgosto, ainda mais difícil do que a que muitos de nós admitiram e anteciparam há três anos.

5. Em 1958, dois anos após a inauguração do Ginásio-Sede, sensibilidades diversas no seio do clube dificultavam a sua acção e ameaçavam a sua unidade. No Jornal do Barreiro de 20 de Fevereiro desse ano, o associado Fernando de Alenquer, escreveu: “O Barreirense precisa de todos: dos que só podem pagar a sua quota e dos que, acima de tudo, lhe podem dar a sua inteligência e a sua dedicação”.
Como parecem sábias e actuais estas palavras…
Por mim, a exemplo do que venho concretizando em tempos e modos muito diversos, estarei disponível para colaborar.

6. Estou consciente das enormes dificuldades que se perspectivam.
É minha convicção que a Missão – a grande Missão – daqueles que se aprestam para tomar posse esta noite (Ginásio-Sede, 21:30) e assumir funções directivas no Futebol Clube Barreirense, terá tanto mais sucesso quanto maior:
- o respeito pela história, tradição e mística deste clube
- a abertura, serena e sincera, a todos os contributos individuais ou colectivos
- a coesão interna, a coragem e a clarividência dos membros da recém-eleita Comissão Administrativa.

7. Vi e ouvi ontem manifestações e testemunhos de alegria, esperança e confiança no futuro. Nos olhos e nas palavras de muitos dos consócios que comigo partilharam uma “Grande Noite Barreirense”. Mas também ouvi os habituais profetas da desgraça, os pessimistas militantes – por estilo, convicção ou interesse.
O Barreirense do presente e do futuro construir-se-á com os primeiros. Não com os segundos. Alguém duvida?

8. É tempo de refundar o Barreirense!
Que grande desafio!
Que belo desafio!

9. Aqueles que neste momento crítico de indiscutível embaraço tiverem a audácia, a disponibilidade, a competência e a honestidade de realizar tudo aquilo que tem de ser feito, passarão à história deste clube quase centenário como nossos heróis, fiéis depositários e ilustres continuadores da esperança, da paixão e da obra dos que em 11 de Abril de 1911 fundaram o Futebol Clube Barreirense.

10. É indispensável um corte com o passado recente. É desejável o aparecimento de uma nova equipa de dirigentes. É revigorante a emergência de uma nova linhagem de Barreirenses, descomprometidos com visões parcelares e sectárias, e independentes dos interesses partidários que por vezes nos sufocam e condicionam. É fundamental que uma nova geração de Barreirenses – nas concepções e nas práticas – traga um arejamento de palavras e de atitudes que nos devolva a esperança e o optimismo que vêem sendo progressivamente quase feridos de morte.

11. O que tem de ser feito? Com que programa? Com que estratégia? Com que recursos humanos? Com que meios financeiros?
Os próximos responsáveis saberão certamente encontrar as propostas e as respostas mais justas e mais adequadas.

12. Há uma pergunta que vem sendo colocada por muitos de nós. Não é provavelmente a pergunta mais importante. Mas podemos e devemos questionar-nos:
- vamos ter na próxima época equipas sénior de futebol e basquetebol?
Dependerá de todos:
- dos associados, que terão de contribuir financeiramente dentro das suas possibilidades, sem hipocrisias
- dos dirigentes, que deverão ter a capacidade de reduzir custos em todas as áreas (administrativa, desportiva, sala de bingo, etc.) de forma porventura cruel mas inevitável
- dos treinadores, de todos os escalões, que num assomo de amor clubista, saberão entender que os sacrifícios devem ser extensivos a todos os Barreirenses
- dos atletas, os nascidos aqui e os entretanto chegados a esta cidade e a este clube, que sabem que o Barreirense também lhes deu muito até hoje, pelo menos tanto quanto eles o gratificaram.

13. Vítor Serpa, director de A Bola, escreveu em editorial de 27 de Janeiro de 2005: “A mística vem da história, atravessa gerações e projecta-se para o futuro. Acompanha os tempos, as mudanças, as novidades da moda. Tem o peso da alma, a grandeza das utopias, a intensidade do sagrado”.

14. O Barreirense não está moribundo! O Barreirense não morrerá!
Em Setembro acredito que vamos reviver, no Ginásio-Sede ou noutro qualquer espaço, as inesquecíveis Galas de 2004 e 2005. Não será desta vez a Gala do Basquetebol, mas a Gala de todos os Atletas, a Gala de todas as Modalidades – a Gala do Barreirense.
É que… só há um Barreirense!
Repito: só há um Barreirense!

15. Todos não seremos demais para reerguer o nosso clube, acreditar no seu futuro, lutar pela sua perenidade.
Viva o Barreirense!!!
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domingo, maio 24, 2009

Ousar lutar, ousar viver


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Esta noite em Os contemporâneos António Feio, que luta bravamente contra o infortúnio de um tumor que mata,
deu-nos uma espantosa manifestação de força e coragem.
Há portugueses enormes!
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PS: O sketch entre Luís Filipe Vieira, Rui Costa e (Jorge) Jesus foi fabuloso.
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De Sócrates a Zapatero



Ontem, ao ver José Sócrates discursar em castelhano por terras de Espanha, pensei logo que o seu homólogo Zapatero não iria cometer tal “gentileza” na viagem de retribuição coimbrã.
Acertei.
Também não era difícil…
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Uma vergonha



A recepão de jovens estudantes da Escola António Arroio
à comitiva governamental chefiada pelo primeiro-ministro Sócrates ultrapassou os limites da decência.
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"Governo fascista é a morte do artista".
Disseram eles e elas.
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Até que rima.
Mas é triste e vergonhoso.
Falso e perigoso.
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Francamente…
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Estaria a aquela arruaça enquadrada partidariamente?
Se sim, tanto pior…
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A minha pergunta é provocatória?
Não. Apenas carece de uma resposta.
Para bom entendedor…
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quinta-feira, maio 21, 2009

Mudam-se os tempos...


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Recebi hoje do meu amigo Paulo Goucha este excelente cartoon extraído do diário Ouest France.
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Abraço Paulo
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quarta-feira, maio 20, 2009

Eu acredito...

... que o punhado de homens que se aprestam para dirigir o FCB conseguirá levar a nau a bom porto.
... que esses homens servirão o meu clube com coragem, coesão e clarividência.
... que serão muitos os Barreirenses disponíveis para uma colaboração séria e construtiva.
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É Preciso Acreditar



Luiz Goes

segunda-feira, maio 18, 2009

O "gajo da boina"

31 anos, açoriano, benfiquista, guionista, comediante.
Luís Filipe Borges (LFB) licenciou-se em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa.
O Direito cedo ficou para trás, à medida que os convites na área do jornalismo se foram sucedendo.
Associado das Produções Fictícias desde 2002, colabora com a Maxmen, A Bola, o SOL e com o Rádio Clube Português (RCP).

O seu espaço diário de humor no RCP, que acompanho na viagem matinal para o trabalho, é invariavelmente um momento inesquecível.
Mas hoje foi diferente.
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Pedro Múrias, filho do prestigiado e já falecido jornalista Manuel Beça Múrias – lembram-se de O JORNAL? – é um criativo que trabalha na equipa de LFB.
Está gravemente enfermo e internado no Hospital dos Capuchos.
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Esta manhã, no seu duocentésimo dia de colaboração, LFB em vez do humor que nos contagia e (pre)dispõe para um sorriso ou uma gargalhada, decidiu tributar-lhe alguns pequenos textos.
Ouvi três. Não sei se houve mais algum.
Foram prosas dele próprio, de Luís Osório (director do RCP) e de Manuel Beça Múrias.
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Isto não é habitual.
Não estamos acostumados – pelo menos nas doses devidas – a estas manifestações de fraternidade, de solidariedade e de humanismo.

Por isso fiquei admirado.
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Para além do humor, da inteligência e da cultura, há em LFB uma outra faceta, que hoje se escancarou e penetrou nos meus ouvidos.
Confesso que fiquei emocionado.
Obrigado LFB.
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domingo, maio 17, 2009

De Lisboa a Paris


Vieira da Silva
(1908 – 1992)
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Rumores



Rumours (1977) foi esta semana o Álbum de Família
de Tiago Castro - RADAR (97.8 FM).
Os Fleetwood Mac eram a Stevie Nicks, Lindsey Buckingham, Christine McVie, John McVie e Mick Fleetwood.

Visto de outra forma



Pelo que conheço e recordo destes momentos, admito que o regresso do Pavilhão Rosa Mota até ao Barreiro não seja um momento de total alegria e exaltação para os jovens basquetebolistas barreirenses que se classificaram este fim-de-semana vice-campeões nacionais no escalão de sub-18.

A filosofia de vitória é muito forte no Futebol Clube Barreirense, nomeadamente na sua Secção de Basquetebol.
E a última dúzia de anos foi marcada por presenças maciças em fases finais nacionais e pela obtenção recorrente de títulos - muitos títulos.
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Há por isso quem seja tentado e comece a desvalorizar qualquer posição que não a primeira. Nada mais errado.
Aqui, como noutras coisas da vida, ser segundo não significa ser o primeiro dos últimos. Significa ser vice-campeão.
Acham pouco? Eu não!
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Parabéns para todo o grupo de trabalho.
Seguem-se as fases finais de sub-16 e sub-20.
E, provavelmente, de sub-14.
Felicidades para todos.
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Barreiro - a (ainda) Capital Nacional de Basquetebol.
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quinta-feira, maio 14, 2009

O primeiro



Solsbury Hill foi o primeiro single de Peter Gabriel após a sua saída dos Genesis.
Gravado em 1976 e editado no ano seguinte.
Eu gosto...

O texto e o contexto



Contemplado ontem com o livro Citações e Pensamentos de Fernando Pessoa - organização de Paulo Neves da Silva (edição Casa das Letras) - foi hoje o tempo de começar a descobri-lo.
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Chego à página 14 e leio:
"A vida é cousa séria, os seus problemas são tão graves, que a ninguém assiste o direito de rir. Quem ri é estúpido - de momento, pelo menos. A alegria é a forma comunicativa da estupidez".
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Extraída do Livro do Desassossego - que adquiri em Novembro de 2007, mas que aguarda uma visita mais íntima na minha modesta biblioteca - esta citação carece certamente de uma integração num contexto próprio.
Lida assim a seco...
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