domingo, setembro 26, 2010

Intemporal



Tenho ouvido muito Led Zeppelin nos últimos meses. Sobretudo Stairway to Heaven.
Na Radar, Zé Pedro dedica 2 semanas à grande obra da banda de Page / Plant.

Uma frase


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"Sem memória eu não existiria"
Jorge Semprún
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Que começo!...


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Começo da época oficial. Futebolística. Dos graúdos.
6-0 ao Almada.
Longe do Barreiro. Mas com muitos Barreirenses.
Vamos sonhar?
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Dar a mão à palmatória


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Usei a expressão. Ontem. Numa conversa informal.
Recordei quase de imediato a violência.
Percorria quase diariamente a minha sala de aula.
Corria o ano escolar 1963/4. Frequentava a primeira classe.
A régua do Professor Raposo. Implacável. (Quase) cega.
Um horror!
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quarta-feira, setembro 22, 2010

Sagrada Família


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Noite lisboeta. Noite de teatro.
Com Jacinto Lucas Pires. E a "Sagrada Família".
Um texto muito interessante. Excelente conjunto de actores. Encenação meritória.
Na Culturgest. Até sábado. Não parece difícil adquirir um bilhetinho.
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terça-feira, setembro 21, 2010

O primeiro dos demais

Foi uma segunda escolha. O que não desmerece. Afinal o number one era o special one. Talvez o melhor do mundo.
Parece trabalhador. Empenhado. Sério. Lutador. Foi cuidadoso e inteligente na gestão da carreira. Saíu do Sporting. Vai ser o seleccionador de Portugal. E entram 50.000 euros/mês...


segunda-feira, setembro 20, 2010

Afinal és tu!


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Conhecemo-nos no Liceu Nacional do Barreiro.
É mais velho. Três anos.
Jogava muito bem à bola. Eu apenas assim-assim.
Seguiu "Económicas". Eu Medicina.
Já não nos vemos vai para quinze anos.
Vi ontem, no CCB, a sua magnífica colecção de arte contemporânea.
"A culpa não é minha".
Vale uma visita.
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Não se faz

Traduzir "Lonely man" para "O Eterno Solteiro" é mais um exemplo da patifaria que nessa matéria é tão frequente nas nossas salas de cinema.
Para rematar, vale a pena dizer que achei o filme bem realizado, interessante e com excelentes interpretações.

Pateada


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As palavras do editorial da SÁBADO e a coluna de Henrique Raposo no EXPRESSO aguçaram-me o apetite.
Será que o tal video que a Dra. Isabel Alçada divulgou há uns dias, na reabertura do ano lectivo, é assim tão patético e hilariante?
A princípio desconfiei.
Mas quando ontem à noite acedi finalmente à "coisa" fiquei estarrecido.
Como é possível produzir tão inqualificável peça?
Tanto assessor de imprensa e de imagem... para quê?
Tanta agência de comunicação... com que objectivo?
O produto é, de princípio a fim, inacreditável.
Se também desconfia de mim... veja
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sábado, setembro 18, 2010

Tristes


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BARREIRO adiado.
Uma vez mais.
Até quando?
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Redutor e parcial

Reconheço e aprecio a - sempre difícil - independência de Luís Freitas Lobo.
Mas hoje, no EXPRESSO, ao pretender escamotear a influência dos "sopradores" na distância pontual que separa FC Porto e SL Benfica, entendo que foi parcial e redutor.
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Sons



Excelente programação do MEZZO. Nomeadamente na área do Jazz.

Hoje, por exemplo, concertos de Eric Harland, Brandford Marsalis, Maynard Ferguson. E o trio norte-americano The Bad Plus, que verei no inevitável Quasimodo, em Berlim, na noite de 2 de Outubro.

Airplanes



Gorilla Manor (2009), primeiro álbum dos Local Natives, banda de Los Angeles

Hoje bato eu


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Sempre dissera que não iria a Cuba antes da morte de Castro, do Castrismo e da instauração da Democracia na grande ilha.
Mas já neste século cedi. Durante uma semana conheci um país miserável, esclerosado, decrépito, triste. Um país adiado. Encontrei um povo sofredor, perseguido, silenciado, desesperado.
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Depois, e por essa ordem, li "O ano em que devia morrer" (Miguel Pinto), "O coração fantasma" (Cecília Samartin) e "A fronteira mais longínqua" (Miguel Pinto).
Não teria sido necessário. Mas ajudou a entender, a repugnar, a não tolerar tão grande embuste histórico.
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Sim. A Cuba de Fidel e dos seus indefectíveis correligionários social-fascistas (tanto sentido me faz esta velha expressão dos "MRs") foi um engano. Uma mentira. Uma patranha. Uma falsidade. Uma intrujice.
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Nunca percebi - ainda hoje não percebo - a contemporização, o benefício da dúvida que homens e mulheres de esquerda concederam a um regime e a uma nomenclatura que matou, condenou, silenciou, excluiu e perseguiu milhares de cubanos e de cubanas por divergência política, por culto religioso, por orientação sexual, por doença.
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O Socialismo não é isto. Não pode ser isto!
A Democracia Socialista não é esta coisa obscena e repugnante.
A Esquerda não se pode rever nestas concepções, muito menos nestas práticas de exercício de um poder totalitário, burocratizado e corrupto.
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Bem pode a Central de Trabalhadores de Cuba (!) vir defender este "ajustamento" do modelo cubano. E vir o Partido Comunista Português acreditar no êxito deste "projecto de construção do socialismo".
Ajustamento? Socialismo?
Quem acredita nesta "banha de cobra"?
Quem vai ainda atrás destas falácias?

Tal como no processo da perestroika e na glasnost, mais tarde na queda do Muro de Berlim, e agora em relação a Cuba, será de novo muito grande a desilusão que assolará gente simples e trabalhadora do meu país que ainda acredita nos "amanhãs que cantam".
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E num momento histórco tão difícil, com desemprego crescente, acesso mais difícil e custoso ao crédito, redução de apoios estatais à comparticipação de medicamentos, subsídio de desemprego e outras prestações sociais, é natural que muitos se interroguem acerca do passado, do presente e do futuro da Esquerda e questionem: o que é a Esquerda hoje?
Poucas perguntas terão uma resposta tão complexa e tão pouco definida.
Mas que vale a pena fazê-la, vale...
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terça-feira, setembro 14, 2010

Unidade

São homens e mulheres.
Jovens e idosos.
Corajosos. Livres.
Querem a Liberdade.
Lutam por Ela.
Na Venezuela.
Da direita à esquerda.
Contra Chávez. E o Chavismo.

Já faltou mais!...

Já muitos o sabiam. Há muito tempo!
O regime económico de Cuba, com ou sem boicote norte-americano, é inviável. Além de anacrónico, improdutivo e corrupto.
Parece que os ditadores foram finalmente levados a assumi-lo. Não a compreendê-lo. Ou a aceitá-lo. A assumi-lo - repito.
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Os ditadores - de ontem e de hoje - governam um país em bancarrota. Empobrecem o povo. Oprimem consciências e corpos.
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Parece terem agora descoberto os limites da estatização - selvagem e totalitária. Parece terem agora reconhecido os erros brutais do planeamento compulsivo da economia.
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Os ditadores vão despedir 500.000 funcionários públicos até Março de 2011. Muitos mais depois. De "forma gradual" dizem. Sem dó nem piedade.
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Estão reféns do poder.
Eles são o poder. Que reclamam de "popular".
São falaciosos. Mentirosos.
Mas cairão. Um dia...

Como bem sabem. E temem!
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É hoje!


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Não sabia que ainda tinhas o "carocha".
E muito menos sabia que o pintaras.
De hoje a um ano tem de levar um retoque.
Calha a todos, meu caro amigo.
Parabéns!
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segunda-feira, setembro 13, 2010

Em cheio!


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EUA campeão. Como eu previra.
Também acertei nos cinco que se lhe seguiram - Turquia, Lituania, Sérvia, Argentina e Espanha.
Vou continuar a jogar no Euromilhões. Mesmo sabendo que é incomensuravelmente mais dificil...
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Velhos são os trapos


[espantosa foto de Rita Carmo]
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O Pavilhão Atlântico ainda não estava repleto.
Ele entrou em cena.
E o espectáculo começou.
Grandioso. Mágico. Hipnotizante.
Alegria e emoção. A rodos.
Som divinal.
Músicos e cantoras de apoio de eleição.
Uma voz eterna.
Mais de 3 horas de concerto.
Todos queriam mais.
E Leonard Cohen foi na onda.
Ainda bem.
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3 de Setembro


A crónica de hoje, que marca o recomeço da minha participação no ROSTOS, na série TRIBUNA DO CENTENÁRIO – alusiva às comemorações do centenário do Futebol Clube Barreirense – fica maculada pela triste notícia da morte de Henrique Campora.
O valoroso futebolista uruguaio chegou ao Barreiro em 1969, procedente do Sporting Recife do Brasil. Rapidamente impôs a sua qualidade – técnica e atlética – que o notabilizou primeiro no Futebol Clube Barreirense e depois no Vitória Futebol Clube, para terminara sua carreira desportiva de novo em representação do Futebol Clube Barreirense na época de 1978-1979.
Guardo na memória as exibições e os golos que executou em tantas tarde domingueiras.Em 3 de Julho deste ano, na série RECORDAR E VIVER que o JORNAL DO BARREIRO vem publicando semanalmente desde Abril último lembrei o Henrique Campora no texto “Foguetes e Cabeçudos” onde aludi ao golaço que marcou no penúltimo minuto do jogo entre o Barreirense e o Dínamo de Zagreb, que se disputou a 16 de Setembro de 1970 no Barreiro, a contar para a 1ª mão da 1ª eliminatória da Taça das Cidades com Feira (correspondente à actual Liga Europa).
O Henrique Campora estava determinado em participar nas actividades comemorativas do Centenário do Futebol Clube Barreirense e certamente ansioso pelo prélio Barreirense x Benfica (veteranos) que se realizará este mês no Barreiro.
Estavamos longe de prever o anúncio da sua morte, que me entristece como seu amigo de há mais de 3 décadas e como admirador das qualidades futebolistas que exibiu ao longo da sua permanência em Portugal.
Em meu nome pessoal, da Comissão Executiva das Comemorações do Centenário (a que presido) e dos Barreirenses (na minha qualidade de Presidente da Mesa da Assembleia Geral) endereço sentidas e profundas condolências à família enlutada.
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Entretanto, o passado dia 3 de Setembro fora invulgarmente feliz para todos nós – Barreirenses.
Pela manhã foi assinado o contrato de construção do Estádio da Verderena com a empresa Global Stadium.
Os trabalhos tiveram início já hoje, prevendo-se que o Futebol Clube Barreirense possa voltar a competir oficialmente em espaço próprio dentro de 3 meses.
Será uma construção minimalista - à excepção da excelência qualitativa do relvado sintético. Será a construção possível. Mas será o nosso Estádio!
São muitos os associados e adeptos Barreirenses que aspiram por esse momento. Pelo reencontro da sua equipa com um espaço nosso, “regado” pelo suor dos seus valorosos e jovens atletas, apoiados pelas largas centenas de adeptos que permanecem fiéis aos seus desempenhos.
Não foi fácil chegar a este momento. Uma persistente e determinada batalha judicial, uma negociação cautelosa e séria com a Global Stadium, uma definição ajustada e rigorosa de um projecto sustentável, permitiram que o sonho esteja agora mais próximo da concretização.
É da mais elementar justiça saudar e realçar o trabalho competente e transparente desenvolvido pelo executivo directivo do Futebol Clube Barreirense. Bem hajam pelo vosso esforço e dedicação. O vosso êxito será o êxito de todos os Barreirenses.
Também em 3 de Setembro, ao final da tarde, procedeu-se à reabertura do Bingo do Futebol Clube Barreirense. A concessão da sua exploração a uma empresa especializada nessa actividade, permitirá inverter uma lastimável e crónica situação deficitária. A partir deste mês, o Bingo voltará a constituir uma actividade rentável para o clube, que contribuirá para o reequilíbrio financeiro que esta direcção vem concretizando com tenacidade e bom senso.
O entusiasmo que pude verificar in loco perspectiva uma nova dinâmica naquele magnífico espaço e o sucesso dos dois outorgantes que em boa hora acordaram uma parceria que tem todas as condições para redundar em sucesso.
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A caminho do Centenário, o Futebol Clube Barreirense reorganiza-se e moderniza-se administrativamente, reequilibra-se financeiramente, enriquece o seu património físico e humano – quase cinco centenas de novos associados desde Janeiro – prepara-se para constituir equipas competitivas nas diversas modalidades, assentes em rigor orçamental e no recurso fecundo e obstinado a atletas oriundos das suas escolas de formação.
Será este o caminho. Do presente. E do futuro.
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Barreiro, 9 de Setembro de 2010
Paulo Calhau
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Texto publicado em www.rostos.pt, na coluna TRIBUNA DO CENTENÁRIO, alusiva às comemorações do centenário do Futebol Clube Barreirense
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terça-feira, setembro 07, 2010

2010, Setembro, 3


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Foi certamente um dia muito importante na História do meu clube.
Desejado. Sonhado. Conquistado.
A assinatura com a empresa Global Stadium do contrato de construção do Estádio da Verderena. Pela manhã.
A reabertura do Bingo. Ao final da tarde.
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Somos hoje um clube a caminho do equilíbrio financeiro. E da viabilidade económica.
Há que reconhecer o enorme esforço da actual direcção. E enaltecer a sua competência, rigor e sentido de responsabilidade.
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As dificuldades permanecerão. Os obstáculos continuarão a surgir a todo o instante.
Mas há agora uma esperança maior na vitória. E uma convicção mais nítida no sucesso.
Obrigado companheiros!
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Ajudar a somar?

Mafalda Durão Ferreira à ÚNICA.
Gostei muito da entrevista.
Na última edição do semanário EXPRESSO.
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Estou particularmente à vontade nesta apreciação.
Não subsrcrevo as propostas políticas de Manuel Alegre.
Não aprovo a sua prática partidária.
Não votarei a sua candidatura.
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Reconheço a inteligência da companheira de Manuel Alegre.
Aprecio a sua reiterada independência.
Suponho que o seu testemunho poderá ter contribuído positivamente para o dificílimo e improvável sucesso eleitoral do marido.
A seu tempo se verá.
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Leitura disponível em http://www.manuelalegre.com/documentos/1283615245X0lOR6rr9Ii61OT7.pdf
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